terça-feira, 31 de agosto de 2010

Quelônios

Queremos agradecer à todos que colaboraram com o ICMBio/RAN na elaboração da lista brasileira de quelônios continentais ameaçados de extinção.


Informamos que a pré-avaliação das espécies e seus mapas de distribuição estão no site do ICMBio (www.icmbio.gov.br/ran) e no site do RAN para que toda a sociedade científica possa, mais uma vez, enviar suas contribuições ou nos auxiliar na correção de possíveis erros.



Obrigada, Atenciosamente Camila Kurzmann Fagundes e Richard Carl Vogt

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Minha madrinha Angela e eu

Caraca que legal fotos que estavam com a Angela. eu nem lembrava mais... Como eu era novinho

domingo, 22 de agosto de 2010

Em busca dos anfíbios “perdidos”

Cientistas iniciaram uma busca em 14 países ao redor do mundo para encontrar 100 espécies de anfíbios consideradas extintas. Os animais, tidos como “perdidos”, ainda podem existir em algumas regiões remotas.

Esse é o primeiro esforço coordenado para encontrar espécies “perdidas” e a razão é o declínio mundial dramático nas populações de anfíbios com mais de 30% das espécies ameaçadas de extinção. A iniciativa é tida como pioneira e de extrema importância, não só por proporcionar o possível reencontro da ciência com essas espécies, mas por representarem uma tentativa de explicar a crise de extinção e os impactos enfrentados pelos anfíbios. As espécies procuradas não são observadas há décadas, porém cientistam querem correlacionar a atual crise de extinção dos anfíbios com a perda dessas espécies e, dessa forma tornou-se necessário saber se essas populações sobreviveram ou não.

Foram selecionadas 100 espécies na busca científica, porém, Robin Moore, da Conservação Internacional, que organizou a busca para o Grupo de Especialistas em Anfíbios da IUCN, e sua equipe criaram uma lista com as 10 espécies principais que garantem uma redescoberta emocionante para os pesquisadores. Moore afirma que, “Embora reconheçamos que é muito difícil atribuir importância e priorizar uma espécie em detrimento da outra, criamos a lista das 10 principais porque acreditamos que estes animais em particular têm um valor científico ou estético especial”, pontua.

A importância ecológica dos anfíbios são inúmeras, principalmente por seus serviços no equilíbrio do meio ambiente, no controle de insetos que transmitem doenças e destroem plantações agrícolas, além da manutenção de ecossistemas aquáticos. Para a qualidade de vida humana, além dos fatores citados existe a possibilidade de criação de medicamentos importantes a partir de substâncias químicas produzidas na pele desses animais.

“Os anfíbios são particularmente sensíveis às mudanças no meio ambiente, por isso são geralmente um indicador do dano que tem sido causado aos ecossistemas, esse papel de ‘anunciador da crise’ significa que as alterações rápidas e profundas que têm ocorrido no meio ambiente nos últimos 50 anos– particularmente a mudança climática e a perda de habitat – têm tido um impacto devastador nessas criaturas. Organizamos essa procura por espécies ‘perdidas’ que acreditamos terem conseguido sobreviver para obtermos respostas e para saber o que permitiu a algumas pequenas populações de certas espécies sobreviverem quando o resto de sua espécie desapareceu” explica Moore.

Confira a lista de “10 espécies perdidas”

Sapo dourado, (Incilius periglenes), da Costa Rica. Um dos anfíbios perdidos mais famosos, visto pela última vez em 1989.



Rãs “incubadoras” (Rheobatrachus vitellinus e R. Silus), da Austrália “perdidas” em 1985. Essa espécie possui a característica de engolir ovos fertilizados para serem chocados no estômago, assim os girinos nasciam pela boca da mãe.

Sapo da mesopotâmia, (Rhinella rostrata), da Colômbia. Visto pela última vez em 1914, a espécie possui uma forma singular: cabeça em forma de pirâmide.

Salamandra (Bolitoglossa jacksoni), da Guatemala. “Perdida” em 1975, é uma impressionante salamandra preta e amarela – uma das únicas duas espécies conhecidas, acredita-se que foi roubada de um laboratório na Califórnia em meados dos anos 1970.

Sapo africano (Callixalus pictus), da República Democrática do Congo/Ruanda. Visto pela última vez em 1950.
Sapo do Rio Pescado, (Atelopus balios), do Equador. Visto pela última vez em abril de 1995.


Salamandra (Hynobius turkestanicus), do Quirguistão, Tadjiquistão ou Uzbequistão. Conhecida pelos únicos dois espécimes coletados em 1909 em algum lugar “entre Pamir e Samarcanda”.
Sapo arlequim (Atelopus sorianoi), da Venezuela. Visto pela última vez em 1990. Encontrado em um único riacho em uma floresta isolada do país.
Rã sem teto, (Discoglossus nigriventer), Israel. Vista pela última vez em 1955. Um único adulto coletado em 1955 representa o último registro confirmado da espécie. Esforços para drenar pântanos na Síria para erradicar a malária podem ter sido responsáveis pelo desaparecimento da espécie.

Sapo (Ansonia latidisca) de Bornéu (Indonésia e Malásia). Visto pela última vez nos anos 1950.

Expedições no Brasil:

Crossodactylus grandis (sem nome popular)- Visto pela última vez na década de 1960. A pesquisa, liderada por Taran Grant, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, acontecerá em cidades de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro de 18 a 31 de setembro. A espécie foi descrita a partir de Brejo da Lapa, Itamonte (Minas Gerais).



Rãzinha-das-pedras (Cycloramphus valae). Vista pela última vez em 1982. Liderada por Patrick Colombo, doutorando da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a pesquisa acontecerá de 20 a 30 de setembro. A espécie é conhecida em quatro localidades da Mata Atlântica nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.





Para mais informações: www.conservation.org/lostfrogs



http://www.oeco.com.br/salada-verde/24258-anfibios-perdidos-

terça-feira, 10 de agosto de 2010

V Workshop de Treinamento em Pesquisa sobre Jacarés

V Workshop de Treinamento em Pesquisa sobre Jacarés


15 a 29 de outubro de 2010

Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã,

Amazonas- Brasil



O Programa de Pesquisa em Conservação e Manejo de Jacarés do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá está oferecendo o V Workshop de Treinamento em Pesquisa sobre Jacarés.



O Workshop de Treinamento em Pesquisa sobre Jacarés tem como objetivo principal treinar estudantes, técnicos e pesquisadores em princípios gerais de pesquisa sobre jacarés.



O Workshop está estruturado para se desenvolver com um componente teórico-prático, no qual os participantes realizam as atividades de campo em vários ambientes (várzea, igapó e terra firme), complementadas com palestras, discussão em grupo, leitura de material bibliográfico e projetos curtos de campo.



As atividades do Workshop serão coordenadas por MSc. Robinson Botero-Arias (Programa de Manejo e Conservação de Jacarés – IDSM) e Dr. Ronis Da Silveira (Universidade Federal do Amazonas – UFAM) e estarão inseridas dentro das linhas de ação do Programa de Manejo e Conservação de Jacarés do Instituto Mamirauá, nas Reservas de desenvolvimento sustentável Mamirauá e Amanã, Amazônia Central, Brasil.



Os seguintes tópicos serão abordados neste V Workshop :



1. Biologia e ecologia de crocodilianos;

2. Técnicas de campo e de análise de dados;

3. Ecologia e monitoramento de ninhos;

4. Manejo e aproveitamento econômico;

5. Coleta de material biológico (conteúdo estomacal, parasitas e tecidos).



A postulação de candidaturas não tem nenhum custo.



Os alunos selecionados receberão apoio de hospedagem, alimentação, e todos os elementos e material necessário para o adequado desenvolvimento dos objetivos do treinamento. No entanto, a organização do V Workshop não tem recursos econômicos para financiar as despesas de viagem dos alunos até a cidade de Tefé (Amazonas – Brasil), sendo necessário que os postulantes avaliem a real possibilidade de arcar com estas despesas particulares, antes de submeter sua candidatura.









Perfil esperado dos postulantes:



1. Acadêmicos, técnicos ou pesquisadores nas áreas de biologia, veterinária, zootecnia ou áreas afins;

2. Interesse ou experiência prévia no estudo de crocodilianos;

3. Capacidade de trabalho em grupo e convivência em condições básicas de campo;

4. Capacidade de interagir com outros colegas, assistentes de campo e moradores locais;

5. Habilidade para interpretar textos em língua portuguesa, inglês ou espanhol;

6. Capacidade para expressar idéias de forma oral e escrita.





Os interessados deverão enviar, até 13 de Agosto de 2010, uma versão resumida do Curriculum Vitae (no máximo duas páginas) e uma carta de apresentação-intenção na qual se espera que, de forma breve e clara, seja descrito o interesse ou experiência prévia com crocodilianos, e seus interesses e suas expectativas relacionadas com a participação no V Workshop de Treinamento em Pesquisa sobre Jacarés.



Solicita-se que na carta sejam relacionados os contatos (e-mail e telefone) de duas referências profissionais ou acadêmicas, que possam eventualmente fornecer informações complementares sobre os postulantes aos organizadores do Evento.



A Comissão Organizadora irá selecionar nove (09) participantes, e mais três (3) que irão compor uma lista de espera. Os resultados da seleção serão divulgados até 18 de Agosto de 2010 no site: www.mamiraua.org.br, e mediante mensagem eletrônica aos candidatos.



Inscrições e informações adicionais só serão aceitas mediante e-mail endereçado a seguinte endereço: jacares@mamiraua.org.br; contendo o seguinte assunto/subject: Candidato ao V Workshop Treinamento Jacarés.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Pesquisador acha planta que neutraliza veneno da surucucu


Uma árvore de quatro a seis metros de altura pode ser a nova arma contra o veneno da surucucu, a maior serpente venenosa da América do Sul. 
Uma pesquisa realizada na UFF (Universidade Federal Fluminense) constatou que um extrato feito a partir da Stryphnodendron barbatiman, popularmente chamada de barbatimão, barba-de-timão, casca da virgindade ou ubatima, é capaz de neutralizar os principais efeitos provocados pela picada da cobra. 
A descoberta poderá levar ao desenvolvimento de um novo tratamento contra o veneno da surucucu, que provoca dor intensa, hipotensão, diminuição do ritmo cardíaco, diarreia e hemorragia. 
A cobra está presente em todo o território nacional e, entre 2001 e 2004, respondeu por 2,3% dos ataques registrados no Brasil. Seu índice de letalidade, porém, é quase três vezes maior do que o das serpentes do gênero Bothrops, que respondem por 90% dos ataques no país --cerca de 1% das vítimas da surucucu morrem após serem picadas. 
Soro Antiofídico 
Atualmente, o procedimento preconizado pelo Ministério da Saúde em casos de picada de cobras venenosas é a administração de soro antiofídico, produzido a partir de anticorpos produzidos por cavalos inoculados com o veneno. 
O soro, porém, tem as desvantagens de ser caro, necessitar de estocagem em baixas temperaturas e provocar reações alérgicas graves em parte dos pacientes. Além disso, é ineficaz contra os efeitos locais das picadas, que muitas vezes deixam sequelas. 
Em busca de alternativas de tratamento, o pesquisador Rafael Cisne de Paula pesquisou 12 espécies diferentes de plantas como parte do seu trabalho de mestrado em Neuroimunologia na UFF. 
Dessas, apenas uma se mostrou totalmente ineficaz. O extrato produzido a partir da barbatimão, porém, foi o único que conseguiu inibir em mais de 80% os principais efeitos do veneno analisados, impedindo inclusive o desenvolvimento de hemorragias. 
Não foi testada, porém, a eficácia da planta sobre a formação de edemas e outras consequências da picada. Os testes foram realizados em camundongos e, por enquanto, ainda não se sabe qual o mecanismo de ação da planta. Estudos posteriores poderão identificar e isolar os componentes responsáveis pelos efeitos neutralizantes.
Fonte: Folha.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Simpósio Geopantanal

Ajudando a divulgar um Simpósio que vai ser super interessante

O objetivo da organização do 3° Simpósio de Geotecnologias no Pantanal - 3° GeoPantanal, é promover o encontro de profissionais das comunidades acadêmico-científicas e de estudantes interessados no uso de geotecnologias para estudos no Pantanal, incluindo-se a região do entorno situada também na Bolívia e Paraguai, delimitadas pela bacia do alto rio Paraguai. Além disso, a organização do evento abre oportunidade para a submissão de trabalhos desenvolvidos em áreas úmidas semelhantes ao Pantanal e também para trabalhos de desenvolvimento metodológico que, de alguma forma possam ser aplicados ao Pantanal.
O evento irá oferecer oportunidades para:
   » Divulgação de trabalhos científicos;
   » Ampliação do conhecimento sobre aplicação de geotecnologias ao estudo de áreas úmidas;
   » Avaliação do estado da arte da aplicação de geotecnologias em estudos ambientais relacionados ao Pantanal e;
   » Fomento de cooperação inter-institucional e internacional.

Doe sangue

Hoje doe sangue, não foi nada planejado, apenas passei perto do Hemocentro e fui lá ve como era que doava. Enfim não doi, não fica tonto, e o pessoal atende super bem. Pra quem se interessar o endereço é esse: Rua 13 de Junho, 1055 - Centro Sul, Cuiabá - MT, 78002900

Concurso do Ministério do Meio Ambiente

O edital do concurso que visa ao preenchimento de 200 vagas de analista ambiental (nível superior) para o Ministério do Meio Ambiente (MMA) está previsto para sair no mês de setembro, caso a autorização dessas vagas seja realizada pelo Ministério do Planejamento na primeira quinzena deste mês, conforme informou o coordenador-geral de gestão de pessoas do MMA, Humberto Luciano Schloegl. Atualmente, o salário para a função é de R$5.577,64.
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, os preparativos já foram iniciados e o edital já está em fase de elaboração, dependendo somente da autorização.
"Estamos em negociação com o Ministério do Planejamento e a ideia é que a seleção que visa a preencher 200 vagas de analista ambiental seja aberta o quanto antes, em função do término dos contratos de servidores temporários. O edital está em fase de elaboração para ser lançado. A previsão é que as provas ocorrão até o final do ano", disse.
O número de servidores efetivos do Ministério do Meio Ambiente, de acordo com o coordenador-geral Humberto Luciano, passou de 12, em 2005, quando não existia uma carreira para o órgão, para atuais 640. No total, o ministério tem atualmente 1.240 funcionários.
No último concurso para analista ambiental, que ocorreu em novembro de 2007, foram ofertadas 83 vagas. Desse total, 43 foram destinadas à área de administração e planejamento de meio ambiente e 40 para a de política e gestão de meio ambiente.
O exame de múltipla escolha foi composto por 120 questões objetivas, sendo 50 de Conhecimentos Básicos (Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Quantitativo, Informática e Atualidades) e 70 de Conhecimentos Específicos.


FONTE: http://www.nuceconcursos.com.br/noticias.php?id=651